
Expressão bem conhecida, utilizada geralmente para indicar quem fez o que, mas neste caso ela está associada ao processo de dar nome a um produto.
Parece fácil, porém a coisa necessita de mais trabalho. Junto com a escolha de um nome para um produto vem também a criação de uma logomarca e ambos, nome e logomarca para alguns segmentos precisam traduzir atributos, características ou finalidade do produto de forma clara para compreensão por parte do mercado, afim de serem facilmente assimilados.
Definido o nome, a coisa certa a fazer antes de tudo é registrar esse nome e logomarca, aí começa, como é grafia ? é com C ou K ? com y ou i ? a sonoridade é igual ou semelhante a de um produto existente ?
Em quais classes de produto será registrado ? Equipamento de construção ? Brinquedos ? E se for registrado em uma classe e o referido nome já existir outra classe ?
Bem, imagine que você registre um determinado nome e depois venha a descobrir que na Junta Comercial existe uma empresa que está registrada com esse nome.
De fato é um pouco trabalhoso dar nome a produtos e efetuar seu registro envolve recursos e tempo, porém sai mais em conta do que dar um nome a um produto, desenvolver um plano de divulgação, criar folders, banners e etc. efetuar a divulgação e depois de tudo isso como o produto “decolando” no mercado, chega uma notificação solicitando que você pare com a divulgação e exija a retirada imediata do nome, pois uma empresa já detém esse nome.
Há menos de seis meses atrás um amigo meu comprou um carro novo, e aproveitou para fazer o seguro. Ele não tinha seguro do carro antigo, mas achou melhor - e com razão - fazer um seguro para o novo veículo.
Seguro de veículo é aquele tipo de serviço que você paga mas gostaria de não usar nunca. Ele te alivia as dores de cabeça caso ela aconteça, mas não evita. Quando você passa um ano completo pagando o seguro e não utiliza, tem a sensação de que jogou dinheiro fora, pois não precisou usar e já tem de pagar novamente. E você até pensa: “Se eu não tivesse feito o seguro, poderia ter usado o dinheiro em outra coisa, já que não aconteceu nada …”.
Desde que a internet passou a estar disponível comercialmente, todo mundo corre para registrar sua marca na rede. E a forma mais óbvia de se fazer isso é registrar um domínio com a marca da empresa ou produto, mesmo que não exista um site para o domínio. Sem um domínio, temos a sensação de que é como se a empresa não possuísse a marca.
Já pensou se o domínio cocacola.com.br fosse, por exemplo, de uma empresa que fabrica cola plástica? (tá, exagerei no exemplo, mas serve para ilustrar, não?) Como ficaria a marca do refrigerante no Brasil, quando o internauta deduzisse que este seria o endereço da fabricante da bebida? O problema não é deixar o site do produto em um domínio internacional, mas sim não ter o domínio registrado no país onde o produto é comercializado. O cidadão da empresa de colas plásticas estaria fazendo um co-branding, talvez um assunto para outro artigo.
Imagine que você foi a um restaurante e você quando o garçom te pergunta o que quer beber você responde: “Qualquer coisa”. Se isso for na Índia, você estará pedindo um refrigerante que está fazendo o maior sucesso por lá.
Whatever e Anything (que significam “qualquer coisa”, “alguma coisa”) são os nomes que foram dados a bebidas que estão fazendo muito sucesso na Índia. Whatever é uma espécie de chá gelado com diferentes sabores, e Anything é um refrigerante, que também está disponível em diversos sabores.