Posted on 13/01/2009
Filed Under (Gestão) by Flávio de Martin

 

Demorei em escrever algo sobre a atual crise, pois é um tema repetitivo e serei breve.

 

As pessoas relembram outras crises ocorridas como o “Crash da bolsa de Nova York” em 1.929, outros comentam sobre as causas iniciais (problema no setor imobiliário americano), outros o que deve ser feito, o que deveria ter sido feito e etc.

 

Creio que as crises são cíclicas, é só ler os livros de história que as encontramos em todas as épocas não importando o conhecimento, a tecnologia existente.

 

Interessante notar que a crise hoje não pertence a um único país, ela pertence ao mundo, é bem democrática e a velocidade de sua expansão está diretamente ligada à velocidade com que os meios de informação a propagam. Outro fato para se pensar diz respeito aos sistemas existentes que permitem obter informações do mercado, fornecendo diversos subsídios para auxiliar em um planejamento ou tomada de decisão.

 

E apesar disso, como é que essas ferramentas não auxiliaram prevendo o que iria acontecer?  Por que o pessoal de estratégia e planejamento não tomou providências para minimizar o impacto?  Dizem que essa crise teve início em 2.007; será que não dava para prever seu desdobramento?

 

Bem, não levem isso muito em conta, pois é só uma maneira de extravasa, afinal crises sempre existirão.

 

 

Talvez elas sejam necessárias para fazer-nos repensar ou até mesmo sejam um indicativo do término de um ciclo e início de outro, outro que devemos criar e construir.

 

As crises trazem novos desafios, fazendo com que busquemos outras formas de pensar e até sejam um estímulo a inventar e reinventar.

 

Imaginemos que a vida é um prisma e é chegada hora de olharmos através de uma outra face.

 

 

 

  

Um banco de dados reunindo as experiências de projetos e produtos de uma empresa é algo pouco discutido, porém é uma ferramenta importante para o desenvolvimento de novos projetos que poderão tornar-se novos produtos e por conseqüência estratégico para a gestão de negócios da empresa.

Banco do conhecimento é um sistema onde um breve relato dos projetos e produtos criados são armazenados, incluindo os que deram errado. Nesse breve relato estão contidas as informações relevantes que viabilizaram ou não o projeto ou produto, geralmente isso faz parte do relatório de post mortem em caso de inviabilidade.

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Posted on 02/12/2008
Filed Under (Gestão) by Elvis Fernandes

Escrevi no meu blog pessoal um artigo sobre a nova lei para atendimento nos call centers. Lá falei sobre minha opinião como consumidor, e aqui gostaria de expressar meu ponto de vista sobre os negócios nessa área.

Qualquer empresa que disponibilize um call center para seus clientes tem um mesmo objetivo: atender - desculpe a redundância - os clientes.

Sendo estes a razão de ser de qualquer empresa, qual motivo justificaria um mal atendimento? Da parte do empresário, nenhum, mas da parte do funcionário que atende os clientes, vários motivos - que vão desde a falta de educação dos próprios clientes, o que causa mal-humor em qualquer um, até problemas pessoais, que não deveriam ser misturados com a tarefa profissional, o que não significa que isso seja fácil de fazer.

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Posted on 03/11/2008
Filed Under (Gestão) by Elvis Fernandes

Delegar tarefas não é uma tarefa tão fácil para alguns, praticamente por dois motivos:

  1. O chefe não acredita que os subordinados possam desempenhar a tarefa tão bem quanto ele.
  2. O chefe confia tanto na capacidade dos subordinados, mas confia tanto, que esquece de ponderar se seu auxiliar tem aptidão técnica para desempenhar a tarefa.

Veja um caso que aconteceu comigo, há uns 5 anos atrás:

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Posted on 03/11/2008
Filed Under (Gestão, Livros) by Flávio de Martin

O Último Lugar da Terra relata a competição entre o norueguês Roald Amundsen e o britânico Robert Falcon Scott para a conquista do pólo sul. ( Huntford, Roland 1927- O último lugar da Terra : a competição entreScott e Amundsen pela conquista do Pólo Sul/ Roland Huntford; tradução José Geraldo Couto. – São Paulo : Companhia da Letras, 2002.)

Como está escrito na última capa, ”é um rigoroso trabalho historigráfico que se lê como um empolgante romance de aventura.” Sim, de fato é muito empolgante, ainda mais eu que tenho interesse em geografia, mapas, rotas, GPS, astronomia e etc, foi   uma leitura agradável, mesmo porque é possível verificar a estratégia empregada por cada um.

O planejamento estratégico, a captação de recursos, perfil daqueles que deveriam compor a equipe para viabilizar a empreitada, equipamentos necessários e tudo que um empresa de hoje necessita para cumprir sua missão.

Vemos conflitos, divergências durante a execução da missão, níveis de comprometimento, problemas no processo e de processo, determinação, abatimento, certificação do cumprimento da missão, e etc.

Tudo isso sem ter com quem contar (consultorias, assessorias, amigos para conversar entre outros) , sem comunicação, ocorrendo no desconhecido Pólo Sul no meio do nada entre os anos de 1911 e 1912.