Segundo a Wikipédia, “Estratégia é a definição de como recursos serão alocados para se atingir determinado objetivo.” O conceito de estratégia ainda não é concensual e cada autor apresenta um conceito diferente. Mas em resumo e em bom português, estratégia é um passo-a-passo, um algoritmo, uma “receita de bolo” que deve ser seguida para que a empresa atinja um objetivo.
Partindo desse princípio, percebemos que um elemento é fundamental: a missão. Uma empresa sem missão é uma empresa sem um norte definido. Uma empresa que não tem uma missão definida não tem condições de definir nenhuma estratégia.
O termo estratégia tem suas origens no século IV a.C., quando o sábio chinês Sun Tzu escreveu o livro “A Arte da Guerra”. Dizem que foi seguindo seus princípios que Napoleão Bonaparte vencia as batalhas, e foi derrotado quando deixou de seguí-los.
Diversas pessoas têm muitas idéias excelentes de negócios, mas as abandonam antes que elas possam ser colocadas em prática. E é nesse sentido que o pessoal do movimento Bota pra Fazer está trabalhando: incentivar as pessoas para que elas coloquem suas idéias em prática.
Veja duas animações que ilustram a idéia por trás do movimento:
Três porquinhos
Excalibur
Veja a opinião de Luiz Seabra, da Natura, sobre o movimento:
Bota pra fazer! Essa é a ordem. Make it happen, companheiro!
Desde que a internet passou a estar disponível comercialmente, todo mundo corre para registrar sua marca na rede. E a forma mais óbvia de se fazer isso é registrar um domínio com a marca da empresa ou produto, mesmo que não exista um site para o domínio. Sem um domínio, temos a sensação de que é como se a empresa não possuísse a marca.
Já pensou se o domínio cocacola.com.br fosse, por exemplo, de uma empresa que fabrica cola plástica? (tá, exagerei no exemplo, mas serve para ilustrar, não?) Como ficaria a marca do refrigerante no Brasil, quando o internauta deduzisse que este seria o endereço da fabricante da bebida? O problema não é deixar o site do produto em um domínio internacional, mas sim não ter o domínio registrado no país onde o produto é comercializado. O cidadão da empresa de colas plásticas estaria fazendo um co-branding, talvez um assunto para outro artigo.
Imagine que você foi a um restaurante e você quando o garçom te pergunta o que quer beber você responde: “Qualquer coisa”. Se isso for na Índia, você estará pedindo um refrigerante que está fazendo o maior sucesso por lá.
Whatever e Anything (que significam “qualquer coisa”, “alguma coisa”) são os nomes que foram dados a bebidas que estão fazendo muito sucesso na Índia. Whatever é uma espécie de chá gelado com diferentes sabores, e Anything é um refrigerante, que também está disponível em diversos sabores.
Desenvolver produto no Brasil é um desafio, a começar da cultura interna das empresas, existem poucas empresas com área de P&D, interessante, dizem que uma das características do brasileiro é a criatividade.
Essa questão de poucas empresas desenvolverem produtos pode ser verificado fazendo-se uma pesquisa junto as empresas de Marcas e Patentes, onde pedidos de patentes para produtos correspondem a menos de 5% das solicitações.
Por que isso ocorre?
Talvez porque tudo já vem pronto de fora?
Porque a formação universitária não enfoque isso e não temos profissionais?
Porque áreas de pesquisa e desenvolvimento são onerosas?
Porque é mais fácil importar?
Ou copiar ?
Porque tudo de que precisamos já foi criado? (essa é a pior das alternativas, digo desculpas)
Bem, o fato é que no Brasil essa área é praticamente nula, lamentável, pois pesquisa e desenvolvimento são áreas onde o mercado e as necessidades são melhores conhecidos, a tecnologia desenvolvida, o conhecimento como um todo expandido. São áreas que não geram retorno a curto prazo, porém a longo prazo os ganhos são certos. Claro nem todas as pesquisas apontam para a viabilidade de criação de um novo produto, porém o conhecimento adquirido tem seu valor e sua aplicação.