Demorei em escrever algo sobre a atual crise, pois é um tema repetitivo e serei breve.
As pessoas relembram outras crises ocorridas como o “Crash da bolsa de Nova York” em 1.929, outros comentam sobre as causas iniciais (problema no setor imobiliário americano), outros o que deve ser feito, o que deveria ter sido feito e etc.
Creio que as crises são cíclicas, é só ler os livros de história que as encontramos em todas as épocas não importando o conhecimento, a tecnologia existente.
Interessante notar que a crise hoje não pertence a um único país, ela pertence ao mundo, é bem democrática e a velocidade de sua expansão está diretamente ligada à velocidade com que os meios de informação a propagam. Outro fato para se pensar diz respeito aos sistemas existentes que permitem obter informações do mercado, fornecendo diversos subsídios para auxiliar em um planejamento ou tomada de decisão.
E apesar disso, como é que essas ferramentas não auxiliaram prevendo o que iria acontecer? Por que o pessoal de estratégia e planejamento não tomou providências para minimizar o impacto? Dizem que essa crise teve início em 2.007; será que não dava para prever seu desdobramento?
Bem, não levem isso muito em conta, pois é só uma maneira de extravasa, afinal crises sempre existirão.

Talvez elas sejam necessárias para fazer-nos repensar ou até mesmo sejam um indicativo do término de um ciclo e início de outro, outro que devemos criar e construir.
As crises trazem novos desafios, fazendo com que busquemos outras formas de pensar e até sejam um estímulo a inventar e reinventar.
Imaginemos que a vida é um prisma e é chegada hora de olharmos através de uma outra face.

[...] o texto do Flávio sobre a crise econômica atual, lembrei de um texto que foi passado para mim pela tutora do curso online do Sebrae que eu fiz. [...]