
Expressão bem conhecida, utilizada geralmente para indicar quem fez o que, mas neste caso ela está associada ao processo de dar nome a um produto.
Parece fácil, porém a coisa necessita de mais trabalho. Junto com a escolha de um nome para um produto vem também a criação de uma logomarca e ambos, nome e logomarca para alguns segmentos precisam traduzir atributos, características ou finalidade do produto de forma clara para compreensão por parte do mercado, afim de serem facilmente assimilados.
Definido o nome, a coisa certa a fazer antes de tudo é registrar esse nome e logomarca, aí começa, como é grafia ? é com C ou K ? com y ou i ? a sonoridade é igual ou semelhante a de um produto existente ?
Em quais classes de produto será registrado ? Equipamento de construção ? Brinquedos ? E se for registrado em uma classe e o referido nome já existir outra classe ?
Bem, imagine que você registre um determinado nome e depois venha a descobrir que na Junta Comercial existe uma empresa que está registrada com esse nome.
De fato é um pouco trabalhoso dar nome a produtos e efetuar seu registro envolve recursos e tempo, porém sai mais em conta do que dar um nome a um produto, desenvolver um plano de divulgação, criar folders, banners e etc. efetuar a divulgação e depois de tudo isso como o produto “decolando” no mercado, chega uma notificação solicitando que você pare com a divulgação e exija a retirada imediata do nome, pois uma empresa já detém esse nome.
Demorei em escrever algo sobre a atual crise, pois é um tema repetitivo e serei breve.
As pessoas relembram outras crises ocorridas como o “Crash da bolsa de Nova York” em 1.929, outros comentam sobre as causas iniciais (problema no setor imobiliário americano), outros o que deve ser feito, o que deveria ter sido feito e etc.
Creio que as crises são cíclicas, é só ler os livros de história que as encontramos em todas as épocas não importando o conhecimento, a tecnologia existente.
Interessante notar que a crise hoje não pertence a um único país, ela pertence ao mundo, é bem democrática e a velocidade de sua expansão está diretamente ligada à velocidade com que os meios de informação a propagam. Outro fato para se pensar diz respeito aos sistemas existentes que permitem obter informações do mercado, fornecendo diversos subsídios para auxiliar em um planejamento ou tomada de decisão.
E apesar disso, como é que essas ferramentas não auxiliaram prevendo o que iria acontecer? Por que o pessoal de estratégia e planejamento não tomou providências para minimizar o impacto? Dizem que essa crise teve início em 2.007; será que não dava para prever seu desdobramento?
Bem, não levem isso muito em conta, pois é só uma maneira de extravasa, afinal crises sempre existirão.

Talvez elas sejam necessárias para fazer-nos repensar ou até mesmo sejam um indicativo do término de um ciclo e início de outro, outro que devemos criar e construir.
As crises trazem novos desafios, fazendo com que busquemos outras formas de pensar e até sejam um estímulo a inventar e reinventar.
Imaginemos que a vida é um prisma e é chegada hora de olharmos através de uma outra face.

Segundo a Wikipédia, “Estratégia é a definição de como recursos serão alocados para se atingir determinado objetivo.” O conceito de estratégia ainda não é concensual e cada autor apresenta um conceito diferente. Mas em resumo e em bom português, estratégia é um passo-a-passo, um algoritmo, uma “receita de bolo” que deve ser seguida para que a empresa atinja um objetivo.
Partindo desse princípio, percebemos que um elemento é fundamental: a missão. Uma empresa sem missão é uma empresa sem um norte definido. Uma empresa que não tem uma missão definida não tem condições de definir nenhuma estratégia.
O termo estratégia tem suas origens no século IV a.C., quando o sábio chinês Sun Tzu escreveu o livro “A Arte da Guerra”. Dizem que foi seguindo seus princípios que Napoleão Bonaparte vencia as batalhas, e foi derrotado quando deixou de seguí-los.
Há menos de seis meses atrás um amigo meu comprou um carro novo, e aproveitou para fazer o seguro. Ele não tinha seguro do carro antigo, mas achou melhor - e com razão - fazer um seguro para o novo veículo.
Seguro de veículo é aquele tipo de serviço que você paga mas gostaria de não usar nunca. Ele te alivia as dores de cabeça caso ela aconteça, mas não evita. Quando você passa um ano completo pagando o seguro e não utiliza, tem a sensação de que jogou dinheiro fora, pois não precisou usar e já tem de pagar novamente. E você até pensa: “Se eu não tivesse feito o seguro, poderia ter usado o dinheiro em outra coisa, já que não aconteceu nada …”.
Hoje eu precisei comprar um produto em uma loja varejista muito grande, antiga e famosa aqui de São Paulo. Quando cheguei ao caixa para efetuar o pagamento, percebi que o jovem que me atenderia era novo na função. Apesar de me atender muito bem, a sensação de que ele estava aprendendo o serviço me fez procurar o que estava no crachá dele. Além do nome também estava escrito, em maiúsculas: TREINAMENTO. Não me importei com isso, afinal de contas para quem deixa a esposa aprender a puncionar uma veia nos dois braços seguidamente (sim, eu já fiz isso), tolerar a inexperiência do garoto e me portar de uma forma que colaborasse com o aprendizado dele não era nada. Ele era um rapaz que aparentava ter entre 17 e 19 anos, usava um piercing vermelho na orelha esquerda e um bracelete.
Enquanto ele conferia os dados do meu cartão com os do documento, chegou uma mocinha com o uniforme da loja e iniciou com ele um breve diálogo:
Um banco de dados reunindo as experiências de projetos e produtos de uma empresa é algo pouco discutido, porém é uma ferramenta importante para o desenvolvimento de novos projetos que poderão tornar-se novos produtos e por conseqüência estratégico para a gestão de negócios da empresa.

Banco do conhecimento é um sistema onde um breve relato dos projetos e produtos criados são armazenados, incluindo os que deram errado. Nesse breve relato estão contidas as informações relevantes que viabilizaram ou não o projeto ou produto, geralmente isso faz parte do relatório de post mortem em caso de inviabilidade.
Diversas pessoas têm muitas idéias excelentes de negócios, mas as abandonam antes que elas possam ser colocadas em prática. E é nesse sentido que o pessoal do movimento Bota pra Fazer está trabalhando: incentivar as pessoas para que elas coloquem suas idéias em prática.
Veja duas animações que ilustram a idéia por trás do movimento:
Três porquinhos
Excalibur
Veja a opinião de Luiz Seabra, da Natura, sobre o movimento:
Bota pra fazer! Essa é a ordem. Make it happen, companheiro!
Escrevi no meu blog pessoal um artigo sobre a nova lei para atendimento nos call centers. Lá falei sobre minha opinião como consumidor, e aqui gostaria de expressar meu ponto de vista sobre os negócios nessa área.
Qualquer empresa que disponibilize um call center para seus clientes tem um mesmo objetivo: atender - desculpe a redundância - os clientes.
Sendo estes a razão de ser de qualquer empresa, qual motivo justificaria um mal atendimento? Da parte do empresário, nenhum, mas da parte do funcionário que atende os clientes, vários motivos - que vão desde a falta de educação dos próprios clientes, o que causa mal-humor em qualquer um, até problemas pessoais, que não deveriam ser misturados com a tarefa profissional, o que não significa que isso seja fácil de fazer.
A antiga frase “quem não arrisca não petisca” é tão popular quanto verídica. Ao vermos grandes empresas com grandes produtos, não imaginamos, num primeiro momento, quantas vezes aquela organização tentou alguma coisa e falhou. Dependendo da instituição e de seus produtos ou serviços, é impossível associar uma falha a ela.
Faça um breve exercício: pense no Google. Uma empresa grande, muito grande. Com serviços bons, muito bons - e não estou falando só do buscador ou do e-mail, tem também todo o resto - que não vou listar aqui para não ser prolixo. Agora imagine essa empesa enterrando um projeto porque não deu certo. Não é impossível imaginar a cena, mas… quem já parou pra pensar isso do Google, ou quem associa essa imagem à empresa?
Desde que a internet passou a estar disponível comercialmente, todo mundo corre para registrar sua marca na rede. E a forma mais óbvia de se fazer isso é registrar um domínio com a marca da empresa ou produto, mesmo que não exista um site para o domínio. Sem um domínio, temos a sensação de que é como se a empresa não possuísse a marca.
Já pensou se o domínio cocacola.com.br fosse, por exemplo, de uma empresa que fabrica cola plástica? (tá, exagerei no exemplo, mas serve para ilustrar, não?) Como ficaria a marca do refrigerante no Brasil, quando o internauta deduzisse que este seria o endereço da fabricante da bebida? O problema não é deixar o site do produto em um domínio internacional, mas sim não ter o domínio registrado no país onde o produto é comercializado. O cidadão da empresa de colas plásticas estaria fazendo um co-branding, talvez um assunto para outro artigo.